quarta-feira, 13 de julho de 2016

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Globo Rural.
Assista ao vídeo através deste link: https://globoplay.globo.com/v/5009587/ 

Postado por: Ygor I. Mendes

sábado, 7 de maio de 2016

Anastácio registra recorde de maior saco de farinha do mundo



Aipim, macaxeira ou mandioca. Ela é um dos símbolos da cultura brasileira. Apreciada em todo país, é no nordeste que ela reina em absoluto. Em Mato Grosso do Sul, na cidade de Anastácio, a produção de farinha de mandioca segue as tradições nordestinas. E é lá que está sendo produzido o maior saco de farinha do mundo. O saco foi registrado no Guinness World Records, o famoso livro de recordes mundiais, e será analisado para publicação.

Com três metros de altura, o saco gigante, será uma das atrações da Festa da Farinha, que acontece nos dias 1 e 2 de maio, em Anastácio. “A Festa é uma forma de homenagear nossas raízes nordestinas. A idéia de registrar o maior saco de farinha no Guinness World Records é também um reconhecimento da contribuição que esse povo nos traz na economia e na cultura”, afirma o prefeito da cidade, Cláudio Valério Silva.

Até agora, apenas 30 recordes brasileiros foram publicados no livro. O maior saco de farinha terá todo processo de produção registrado e encaminhado para Londres, onde será feita a análise para publicação do recorde. “A equipe do GWR manifestou interesse. Uma das exigências seria de bater em 10 vezes o tamanho original do saco de farinha de mandioca”, explica Diana Baptista, representante do Guinness no Brasil. De acordo com o prefeito, isso não será problema. “Vamos fazer ainda maior. São mais de três toneladas de do produto”, comemora.

4ª Festa da Farinha

Shows, poesia de cordel, teatro de rua e pratos típicos vão fazer de Anastácio, um pedacinho do nordeste brasileiro. A 4ª Festa da Farinha terá abertura no dia primeiro de maio. No dia 2, a grande atração será o show com Elba Ramalho.

Nas barracas, comidas típicas a base de farinha artesanal: tapioca, paçoca de carne seca, bolo e buchada de bode, além da exótica bebida “viagra de mandioca”. Em Anastácio, a farinha é produzida há 77 anos pela Colônia Nordestina do Pulador.

DouradoNews

Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Infecção de mosquitos com bactéria pode reduzir transmissão do Zika, diz Fiocruz

Uma pesquisa inédita da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou que a bactéria Wolbachia reduz a transmissão do vírus Zika através do mosquito Aedes aegypti. O artigo, publicado hoje (4) na revista Cell Host & Microbe, é o primeiro estudo científico do mundo que comprova que a bactéria usada para tentar reduzir a propagação da dengue também tem eficácia contra o Zika.
Desde 2014, a Fiocruz testa os chamados "mosquitos do bem" como um meio natural de controle da dengue. O pesquisador Luciano Moreira, líder do projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, diz que a nova experiência de laboratório mostrou que os mosquitos infectados com a bactéria Wolbachia não tem capacidade para transmitir o Zika.

“Mostramos isso fazendo o seguinte experimento: tínhamos mosquitos que estavam infectados [com Zika], divididos em dois grupos: com Wolbachia e sem Wolbachia. Depois de duas semanas, coletamos a saliva dos mosquitos dos dois grupos e a injetamos em mosquitos sadios, que nunca haviam visto o vírus [Zika]. Quando a saliva tem origem nos mosquitos com Wolbachia, a gente não consegue fazer infecção nos mosquitos [sadios], mostrando que a Wolbachia bloqueou a transmissão do vírus”, disse.
Experiência
O uso de mosquitos com a bactéria Wolbachia, criados em laboratório para o controle de doenças, é testado em duas localidades do Rio de Janeiro: na Ilha do Governador, na zona norte da capital, e em Jurujuba, em Niterói. O projeto aguarda mais financiamento para se expandir.
Os pesquisadores defendem que essa é uma alternativa natural, segura e autossustentável para o combate da Dengue, Zika e Chikungunya.


Postado por: Ygor I. Mendes

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Bom Dia MS

Vídeos do Bom Dia MS com notícias do Mato Grosso do Sul ...

Vídeos

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Água Doce realiza capacitação em Sergipe

Água Doce: matando a sede do nordestino
Empresa que realizará as obras de instalação dos sistemas de dessalinização será orientada esta semana em Aracaju


Por: Rafaela Ribeiro – Editor: Marco Moreira

Técnicos do Programa Água Doce (PAD) do Ministério do Meio (MMA) realizam, em parceria com o governo de Sergipe, de quinta a sexta-feira (06 e 07/08), em Aracaju, oficina de capacitação na metodologia do programa para garantir que a empresa licitada implante as obras no Estado atendendo aos requisitos do governo federal.
O convênio de R$ 6,6 milhões prevê a implantação de 30 sistemas de dessalinização em nove municípios. Doze mil pessoas do Semiárido sergipano serão beneficiadas com água potável. Na primeira etapa do programa, a região teve 75 comunidades rurais diagnosticadas. As informações levantadas são detalhadas e vão ajudar na implantação ou acompanhamento de diversas políticas públicas.
IMPORTÂNCIA
“As capacitações nas três fases do programa (diagnóstico, obras e manutenção e monitoramento) são extremamente importantes, pois estamos treinando a empresa licitada para que, junto com o Estado, implante os sistemas dentro da metodologia do Água Doce tanto no aspecto da obra, como na questão social e ambiental”, explicou o coordenador Nacional do PAD, Renato Ferreira.
O programa prioriza as regiões em situações mais críticas. Lugares com os menores índices de Desenvolvimento Humano (IDH), altos percentuais de mortalidade infantil, baixos índices pluviométricos e com dificuldades de acesso aos recursos hídricos serão os primeiros a serem contemplados. Assim como o Índice de Condição de Acesso à Água do Semiarido (ICAA), desenvolvido a partir do cruzamento dos mesmos indicadores.
Coordenado pelo MMA, o programa é uma ação do governo federal com o objetivo de estabelecer uma política pública permanente de acesso à água de boa qualidade para o consumo humano. Lançado em 2004, passou a integrar o Plano Brasil sem Miséria há dois anos e consiste na implantação e recuperação de aparelhos de dessalinização em áreas rurais de baixa renda do Semiárido. Abrange os nove estados do Nordeste e Minas Gerais e já beneficiou, até agora, mais de 100 mil pessoas.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) – (61) 2028.1165

Links:
Conheça o Programa Água Doce em números

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Cientistas afirmam que vivemos mudanças climáticas sem precedentes desde 1850



  • Cory Richards/National Geographic Creative
    6.jul.2015 - Em um arquipélago no Ártico da Rússia, a dinâmica variedade atrai exploradores há tempos. Atualmente a questão é o derretimento do gelo perene. Nesta região remota, habitat de ursos polares, há intenção de exploração de petróleo e gás -- o que contribuiria para o aquecimento global 6.jul.2015 - Em um arquipélago no Ártico da Rússia, a dinâmica variedade atrai exploradores há tempos. Atualmente a questão é o derretimento do gelo perene. Nesta região remota, habitat de ursos polares, há intenção de exploração de petróleo e gás -- o que contribuiria para o aquecimento global
Cientistas de todo o mundo se reuniram nesta terça-feira na França e alertaram que tanto a temperatura da superfície terrestre e dos oceanos como o nível do mar, a concentração de gases do efeito estufa e as emissões de CO2 aumentaram a níveis históricos desde meados do século XIX.
Durante a Conferência Internacional Científica "Nosso futuro comum sob a mudança climática", realizada hoje em Paris, faltando cinco meses para COP21, que acontecerá nesta cidade, vários especialistas analisaram os desafios e metas ambientais nos próximos anos.
Thomas Stocker, professor de física ambiental na Universidade de Berna, na Suíça, assegurou que essas mudanças fazem parte de "um contexto histórico no qual a influência do ser humano é evidente".
Desde 1850, o nível de CO2 passou de 280 partículas em suspensão para quase 400 em 2012.
Por outro lado, a média da temperatura global dos oceanos e da superfície terrestre acumulada aumentou de -0,6 graus centígrados em 1850 para 0,2 em 2012, enquanto o nível do mar passou de -0,15 metros em 1900 para 0,05 metros em 2005, de acordo com dados da ONU.
Stocker destacou a necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono entre 40% e 70%, antes de 2050, para diminuir os efeitos do aumento da temperatura global e limitar o aquecimento a 2ºC acima dos níveis pré-industriais.
Nessa mesma linha, Sandrine Bony, membro do Laboratório de Meteorologia Dinâmica da França, ressaltou a importância de acelerar os processos de investigação para reduzir o impacto da mudança climática.
Para isso, pediu que a comunidade científica se aprofundasse na análise do comportamento da atmosfera e dos oceanos diante do aquecimento "como aspecto fundamental para se evitar futuras surpresas".
Outro dos efeitos desse crescente aumento da temperatura pode ser observado no progressivo degelo do Ártico, "uma das zonas mais vulneráveis do planeta", segundo Vladimir Kattsov, diretor do Observatório Geofísico Principal do Serviço Federal de Hidrometeorologia e Supervisão Ambiental da Rússia.
O impacto negativo também está evidente no comportamento de distintas espécies, como, por exemplo, as flores que alteram seus processos naturais em função das variações anormais de temperatura de cada estação.
"Os invernos mais quentes fazem com que o processo de floração se atrase e, inclusive, pode ser que não aconteça se as temperaturas na primavera forem altas demais", disse Camille Parmesan, professora de Biologia na Universidade do Texas, nos Estados Unidos.
Em uma tentativa para se solucionar os problemas derivados da mudança climática, os especialistas apostam em assumir os desafios que as zonas mal adaptadas ao aquecimento global apresentam e superar algumas aproximações científicas equivocadas.
"O exemplo emblemático deste fato é a crença que as ilhas do mar de Coral (na Oceania) se erodem por serem muito vulneráveis ao aumento da temperatura. A realidade mostra o contrário, já que 83% destas ilhas se expandiram ou manteve seu tamanho nos últimos 40 anos", afirmou Virginie Duvat-Magnan, pesquisadora da universidade de Rochelle, na França.

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Nasa registra o que o aquecimento global já fez no meio ambiente 11 fotos

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As transformações no meio ambiente causadas pelas mudanças climáticas são registradas em um banco de imagens da Nasa. As imagens foram, em geral, tiradas na mesma época do ano, respeitando as estações. A paisagem da geleira Muir, no Alasca (EUA), foi registrada à esquerda no ano de 1882 e à direita mais de um século mais tarde, em agosto de 2005 1882/G.D. Hazard; 2005/Bruce F. Molnia/World Data Center for Glaciology

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